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A velha e conhecida Bridget Jones parece estar vivendo a vida que sempre quis. Bridget finalmente tem um namorado, sua carreira na televisão está indo relativamente bem,,, até que um dia se dá conta que talvez as coisas não sejam como pensava. Percebe que um relacionamento a dois exige muito mais do q amor para fazê-lo funcionar. Jones se encontra então novamente afundada em dúvidas e incertezas. Em meio a tudo isso, surge no trabalho de seu namorado o galante Mark Darcy, uma linda, elegante, culta e inteligente funcionária, cujo pai é dono de metade da Austrália, que se mostra potencial rival de Bridget. Como se não fosse o bastante, reaparece um fantasma na vida da jornalista, o irresistível Daniel Cleaver, interpretado por Hugh Grant, faz aumentarem as duvidas de Bridget, que passa a se questionar em relação as escolhas feitas no passado. Pastelão, com muitos momentos previsíveis, e talvez até exagerado, com sequencias desnecessarias, entretanto mostra o lado humano das pessoas, os relacionamentos de uma maneira muito verdadeira, sem aquela fantasia do primeiro filme. É possível dizer que o filme se sustenta graças ao elenco, que desde os coadjuvantes como Jacinta Barrett aos protagonistas, Colin Firth está soberbo. Porém, no final do dia – e do filme - Bridget percebe o segredo da felicidade,que a maioria de nós passa a vida inteira procurando entender : que um final feliz, não quer dizer um final perfeito.
Título: Bridget Jones no limite da razão
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